35mm / cor / 90 min / 1975

Guerra Conjugal ilustra crônicas de psicopatologia amorosa na civilização do terno-e-gravata, ainda vigente na mitológica e ubíqua cidade de Curitiba, onde medram flores de plástico e elefantes vermelhos de louça podem surgir a qualquer momento.
Joaquim Pedro de Andrade





 










PRÊMIOS

Prêmio Air France de melhor Filme Brasileiro, 1975

Prêmio Qualidade Embrafilme, 1975

Prêmio de Melhor Diretor, Melhor Atriz e Melhor Montagem no Festival de Brasília, 1975

Selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, 1975

Prêmio Coruja de Ouro do Instituto Nacional do Cinema / Embrafilme para Melhor Roteiro, 1975

Prêmio Governador do Estado de São Paulo para Melhor Direção

Menção Honrosa no Festival de Barcelona, 1975


TEXTOS E ARTIGOS

Fragmento do conto "Na pontinha da orelha" »
por Dalton Trevisan

Fragmento do roteiro »
por Joaquim Pedro de Andrade

O diretor fala sobre o roteiro »
por Joaquim Pedro de Andrade

O filme visto por Dalton Trevisan »

O diretor descreve o filme »
por Joaquim Pedro de Andrade

Joaquim Pedro, mansinho e firme »
Entrevista a Margarida Autran

O som e a fúria »
por José Carlos Avellar

O cotidiano da classe média, num filme
perfeito »

por Luciano Ramos

Guerra Conjugal, Le Monde »
por Jean de Baroncelli (trad. Álvaro Mendes)

FICHA TÉCNICA

Roteiro / direção
Joaquim Pedro de Andrade

Estória
Adaptação de contos de Dalton Trevisan

Produção
Indústria Brasileira de Filmes, Filmes do Serro – RJ

Montagem
Eduardo Escorel

Imagem
Pedro de Moraes

Música
Ian Guest

Cenários / figurinos
Anísio Medeiros


ELENCO

Lima Duarte
Carlos Diegues
Jofre Soares
Carmem Silva
Ítala Nandi
Cristina Aché
Dirce Migliaccio

FOTOS































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