ALICE DE ANDRADE
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Depois de uma longa carreira como primeira assistente de direção de grandes cineastas (Joaquim Pedro de Andrade, John Boorman, Ruy Guerra, Murilo Salles, Carlos Diegues, Walter Lima Jr. e André Téchiné), Alice ganha uma bolsa de estudos para cursar a Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de Los Baños, Cuba, na área de roteiro.

Ganha diversos prêmios com seus filmes e roteiros, entre eles: Luna de Miel, (1993), documentário de 24 minutos, premiado no Festival de Havana; Dente por Dente, (1994), ficção de 22 minutos, vencedor de prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Direção no Festival de Brasília, 1994 e Melhor Direção de Arte nos Festivais de Fortaleza, Cuiabá e Gramado, 1995; Le Pari Burkinabé (Passado, Presente e Meio Ambiente), documentário de 52 minutos filmado no Burkina Faso, Prêmio de Melhor Média-Metragem Ambiental no Festival Internacional de Cinema Ambiental – FICA (1998); além de sete outros documentários, de curtas e médias-metragens.

Vivendo entre Paris e Rio de Janeiro, Alice de Andrade, estréia em 2004 seu primeiro filme de longa-metragem, O Diabo a Quatro, uma co-produção Brasil-França-Portugal. Filha mais velha de Joaquim Pedro de Andrade, Alice herdou seu humor rascante e sua preocupação com a preservação da memória nacional. Ao lado do pai trabalhou como assistente de direção e foi co-roteirista de Casa-Grande, Senzala & Cia., roteiro de Joaquim Pedro de Andrade baseado no livro "Casa-Grande & Senzala" de Gilberto Freire.

Além de idealizadora do Projeto de Restauração dos Filmes de Joaquim Pedro, Alice desempenha a função de coordenadora técnica do projeto, vindo ao Brasil a cada três meses para supervisionar os trabalhos.





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